Relatório de sustentabilidade · Dados e evidências
Dados ESG que a sua empresa consegue demonstrar
Organizamos indicadores, evidências, resultados e compromissos em um relatório claro, proporcional à realidade da organização e sustentado por documentos.
Foto: Andreas Gücklhorn / Unsplash- Emissões de GEE (escopos 1, 2 e 3)
- Resíduos e destinação
- Treinamentos e ocorrências
- Governança e responsáveis
Estrutura ilustrativa; os indicadores dependem da materialidade de cada organização.
Em resumo
O relatório de sustentabilidade da 15&15 Ambiental reúne indicadores ambientais, sociais e de governança com fonte documental, método de cálculo e responsável, e os apresenta em uma narrativa proporcional ao porte da organização. O trabalho inclui definição de materialidade, levantamento de dados, análise de lacunas, estruturação e validação. Os referenciais mais usados são o GRI e as normas IFRS S1 e S2; a escolha depende de quem lê o relatório. Não inclui asseguração independente.
Pontos-chave
- Relatório é tão confiável quanto os dados que o sustentam: a preparação começa muito antes da publicação.
- Companhias abertas: a divulgação passou a ser voluntária com a Resolução CVM nº 244/2026 (que revogou a obrigatoriedade da Resolução nº 193/2023).
- NBC TDS 01 (IFRS S1) e NBC TDS 02 (IFRS S2) foram aprovadas pelo CFC em 17/10/2024; a NBC TDS 01 se aplica a exercícios iniciados a partir de 1/1/2026, com adoção antecipada permitida.
- O GRI 3 adota materialidade de impacto, e não a dupla materialidade formal.
Valor para o negócio
Um relatório que vai além de apresentar números.
O relatório organiza a informação e revela prioridades para a gestão.
Transparência
Ações, indicadores e desafios apresentados com clareza e consistência.
Gestão de riscos
Pontos de atenção ambientais, sociais e de governança identificados no levantamento.
Decisão baseada em dados
Informação organizada para a liderança definir prioridades.
Eficiência
Oportunidades de redução de desperdício e de uso de recursos.
Credibilidade
Comunicação com clientes, parceiros e financiadores apoiada em evidência.
Posicionamento
Narrativa sustentável baseada em fatos, com os limites e os desafios incluídos.
Referenciais de relato
Qual referencial usar depende de quem vai ler.
Não há um modelo único. Esta é a visão geral, com a situação regulatória verificada em outubro de 2026.
| Referencial | Para que serve | Situação no Brasil |
|---|---|---|
| GRI Standards (Universal Standards 2021) | Relato dos impactos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas; GRI 3 define a materialidade de impacto. | Referencial voluntário; vigência dos Universal Standards desde 1/1/2023. |
| IFRS S1 e S2 (ISSB) | Informações financeiras relacionadas à sustentabilidade e ao clima, voltadas a investidores. | NBC TDS 01 e 02 (CFC, 2024); NBC TDS 01 aplicável a exercícios iniciados em 1/1/2026 ou depois, com adoção antecipada permitida. |
| Resolução CVM nº 193/2023 | Relato de informações de sustentabilidade por companhias abertas. | Obrigatoriedade revogada pela Resolução CVM nº 244/2026; divulgação voluntária. |
| Relatório orientado por indicadores internos | Prestação de contas a clientes e parceiros, com poucos indicadores de materialidade e fonte documental. | Sem exigência legal específica identificada; o público define o formato. |
A lista não esgota os referenciais. A situação regulatória muda; confirme com o contador, o auditor ou o órgão competente antes de decidir. Comunicação de sustentabilidade também se submete ao Anexo U do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária (Conar): veracidade, exatidão, pertinência e relevância.
Metodologia 15&15
Do levantamento dos dados à versão final.
O relatório nasce da realidade da organização, não de um modelo genérico.
- 01
Entendimento
Organização, objetivos, públicos e contexto.
- 02
Levantamento
Indicadores, documentos, evidências e fontes de informação.
- 03
Análise
Organização dos dados, temas relevantes e lacunas.
- 04
Estruturação
Narrativa, indicadores e método de cálculo.
- 05
Validação
Revisão das informações e alinhamento com a organização.
- 06
Entrega
Relatório final pronto para comunicação e uso estratégico.
Quando faz sentido
Para quem precisa comunicar sustentabilidade com mais consistência.
Sem obrigação legal geral, o relatório responde a demandas de mercado e de gestão.
- Prestar contas a clientes, financiadores e parceiros
- Responder a exigências de cadeia de fornecimento e de licitações
- Organizar indicadores ambientais em uma base única
- Apoiar programas ESG e a preparação para auditorias
- Criar linha de base para planos e metas de melhoria
Inventário de GEE como baseGuia: o que organizar antes de publicar
Dúvidas comuns
Perguntas frequentes sobre relatório de sustentabilidade.
Meu negócio é obrigado a publicar relatório de sustentabilidade?
Para a maioria das empresas, não há obrigação legal identificada. A Resolução CVM nº 193/2023 trata de companhias abertas e teve a obrigatoriedade revogada pela Resolução CVM nº 244/2026, passando a divulgação a ser voluntária. Clientes, financiadores e licitações costumam pedir os dados.
Preciso seguir GRI ou IFRS S1 e S2?
Depende de quem vai ler. O GRI (Universal Standards 2021) organiza o relato de impactos; as normas IFRS S1 e S2 (NBC TDS 01 e 02 no Brasil) tratam de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade. Um relatório simples, orientado por indicadores com fonte, também pode ser suficiente para o seu público.
O relatório inclui asseguração?
Não. A 15&15 organiza dados, evidências e narrativa. A asseguração independente do relatório, quando exigida ou desejada, é feita por auditor independente.
Posso usar números sem comprovação?
Não. Cada número do relatório tem documento de origem, método de cálculo e responsável. Informação sem lastro compromete a credibilidade e o risco de comunicação enganosa, regulado pelo Anexo U do Código do Conar para apelos de sustentabilidade.
Quanto tempo leva?
Depende da maturidade dos dados e do número de unidades. A proposta indica as etapas e os prazos depois do levantamento inicial.
Próximo passo
Seu relatório precisa refletir a sua empresa, não um modelo pronto.
Converse com a equipe e explique o que a organização precisa demonstrar e para quem.
